Tem a chuteira de Francesco Totti usada na Copa do Mundo de 2006, ainda suja de terra e outras idênticas, para que se possa consta¬tar a diferença da forma do pé de Roberto Bottega e do inesquecível Arthur Antunes Coimbra, para todos Zi-co, com as travas de alumí¬nio em forma de cone truncado ainda em uso na época.
No pequeno Louvre do mi¬to a ser aberto em Caera¬no San Marco está a raiz do renascimento da Diadora, conforme é concebida pelo novo proprietário. Disse claramente Mario Moretti Polegato na inauguração do museu empresarial do esporte.
“O museu é testemunho, mas também e, sobretudo, o estí¬mulo perpétuo que deverá fazer com que todos que trabalham na Diadora percebam que é possível, senão obrigatório em relação ao País, restituir a marca aos pés dos campeões de todo o mundo. Sobre pequenas colunas brancas com base quadrada que giram em torno do perímetro da sala com paredes também em branco energizador, há cerca de trinta exemplares, e todos rigorosamen¬te usados em competições”, declarou Mario Moretti Polegato.
No Museu estão peças de grandes jogadores, além do já citados, como Roberto Baggio presente «em espírito» com uma chuteirinha de 1994, George Weah, Marco Van Basten e finalmente o árbitro dos árbitros, Pierluigi Collina, com vários uniformes e cartões amarelo e vermelho autografados. Também podemos ver um sapato vermelho com a marca branca de Ayrton Senna, junto a uma similar, mas visivelmente mais antigo e gasto, de Nicky Lauda, dois entre os maiores intérpretes da Fórmula Um.
(por Cláudia Martini, Milão)
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