O comércio internacional reacende seus motores. Fato confirmado pela OMC - Organização Mundial do Comércio, com sede em Genebra, que no primeiro trimestre de 2010 divulgou um aumento do intercâmbio de mercadorias em escala global superior a 25% em valor, em comparação com o mesmo período do ano passado.
O combustível é, sobretudo, de marca asiática. É só considerar que as importações chinesas cresceram, nessa primeira parte do ano, 65% em relação a janeiro-março de 2009. E que a mesma comparação restitui um crescimento para a Índia, sempre em termos monetários, na ordem de 55%. Importação mais robusta também dos Estados Unidos (+21%) e Japão (+23%), com incrementos ainda mais consistentes no Brasil (+3,6%) mas, no total, atenuados na área UE (+16%) e na Federação Russa (+18%).
Quanto às exportações, avaliadas globalmente em 3.423 bilhões de dólares, o crescente apetite dos gigantes asiáticos, sobretudo por matéria prima, colocaram em andamento a exportação dos países africanos e do Oriente Médio, favorecendo também a Rússia e o resto das nações da ex-União Soviética.
(por Cláudia Martini, Milão)
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