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14/04/2010
“A tecnologia e os componentes expostos na feira se materializam no melhor calçado do Brasil”, afirmou a governadora, que também fez referência à capacidade do setor de superar desafios.
O clima de otimismo, segundo Michaelsen, deve refletir-se no volume de negócios durante a feira. “As empresas expõem o que há de mais moderno em máquinas, equipamentos e materiais para a produção da coleção primavera-verão, o que certamente vai despertar o interesse dos empresários visitantes”, completou. Falando em nome das entidades, o presidente da Abrameq, Heitor Schreiber, disse que, do Brasil à Índia, o mundo couro e do calçado está atento ao que acontece na Fimec. Conforme ele, as informações da feira estão transmitidas via internet para centenas de países e vão servir de base ao planejamento das atividades das empresas. Schreiber também exaltou o novo cenário econômico do setor, que classifica de animador. “As empresas de um modo geral apostam na continuidade da recuperação da economia”, disse. A confiança, destaca, está expressa no perfil inovador dos produtos expostos, em que sobressaem conceitos como sustentabilidade, economia de energia, redução do impacto ambiental, segurança dos trabalhadores, eliminação de desperdícios e aumento da produtividade. O prefeito de Novo Hamburgo, Tarcísio Zimmermann, classificou a 34ª Fimec como “uma grande feira”, que representa a capacidade de resistência e reinvenção do setor. “As empresas, hoje, não mais dialogam com a crise. Souberam superar a crise e, agora, preparam-se para voltar a ocupar posições importantes nos mercados interno e externo”, afirmou. Por Milton Grabin, de Novo Hamburgo/RS |
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